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Funções
Logarítmica e Exponencial
- GRÁFICO DAS FUNÇÕES INVERSAS
O próximo objetivo é explorar as relações entre os gráficos de f e
.
Com esse propósito, será desejável usar x como a variável
independente para ambas as funções, o que significa estarmos comparando os
gráficos de y = f(x) e y = (x).
Se (a,b) for um ponto no gráfico y = f(x), então b
= f(a). Isto é equivalente à afirmativa que a = (b),
a qual significa que (b,a) é um ponto no gráfico de y = (x).
Em resumo, inverter as coordenadas de um ponto no gráfico de f produz um
ponto no gráfico de .
Analogamente inverter as coordenadas de um ponto no gráfico de
produz um ponto no gráfico de f . Contudo, o efeito geométrico de
inverter as coordenadas de um ponto é refletir aquele ponto sobre a reta y
= x (figura 1), e logo os gráficos de y = f(x) e y =
(x)
são um do outro em relação a esta reta (figura 2). Em resumo, temos o
seguinte resultado.
Se f tiver uma
inversa, então os gráficos de
y = f(x) e y = (x)
são reflexões um do outro em relação a reta y = x; isto é, cada um
é a imagem especular do outro com relação àquela
reta. |

- FUNÇÕES CRESCENTES OU DECRESCENTES TÊM
INVERSAS
Se o gráfico da função f for sempre
crescente ou sempre decrescente sobre o domínio de f, então este
gráfico pode ser cortado, no máximo, uma vez por qualquer reta horizontal e,
conseqüentemente, a função f deve ter uma inversa. Uma forma de dizer
se o gráfico de uma função é crescente ou decrescente em um intervalo é
pelo exame das inclinações de suas retas tangentes. O gráfico de f deve
ser crescente em qualquer intervalo, onde f'(x)>0 (uma vez que
as retas tangentes têm inclinação positiva) e deve ser decrescente em
qualquer intervalo onde f'(x)<0 (uma vez que as retas tangentes
têm inclinação negativa). Essas observações sugerem o seguinte
teorema.

| Se o domínio de f
for um intervalo no qual f' (x)>0 ou no qual f'(x)<0, então a função
f tem uma inversa. |
Exemplo
O gráfico de f(x) =
é sempre crescente em ,
uma vez que

para todo x. Contudo, não há maneira fácil de
resolver a equação y =
para x em termos de y; mesmo sabendo que f tem uma inversa,
não podemos produzir uma fórmula para ela.
OBSERVAÇÃO.
O que é importante entender aqui é que a nossa incapacidade de achar uma
fórmula para a inversa não nega a sua existência; de fato, é necessário que
se desenvolvam formas de achar propriedades de funções, as quais não têm
fórmula explícita para se trabalhar com elas.

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