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12.1
Condições para aplicação
·
Somente para questões intervalares;
·
Quando a variância da população for desconhecida;
·
n pode ser de qualquer tamanho.
12.2
Procedimento de execução
1.
Determinar H0, não havendo diferenças entre as médias;
2.
Determinar H1, para a existência de diferença
entre as médias;
3.
Estabelecer um nível de significância;
4.
Calcular t, onde os graus de liberdade, φ
= n1 + n2 – 2
onde
SQ é a soma dos quadrados e x1 e x2 são as médias de cada grupo.
A
fórmula acima pode divergir em alguns livros de estatísticas que abordem
amostras desiguais, no entanto, a mesma contempla amostras de tamanhos iguais ou
não.
Comparar
o t tabelado com t calculado e rejeitar a hipótese nula em prol da alternativa,
em caso de encontrar-se t calculado maior que o tabelado.
Exemplo:
|
A
|
|
B
|
|
1
|
3
|
|
2
|
3
|
|
2
|
4
|
|
4
|
3
|
|
3
|
3
|
|
5
|
4
|
|
2
|
2
|
|
3
|
5
|
|
4
|
1
|
|
3
|
3
|
|
3
|
3
|
|
4
|
2
|
|
3
|
4
|
|
2
|
1
|
|
3
|
2
|
|
5
|
3
|
|
4
|
4
|
|
4
|
4
|
|
4
|
2
|
|
5
|
2
|
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T
= 57
|
|
T
= 69
|
|
n
= 20
|
|
n
= 20
|
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X
= 2,85
|
|
X
= 3,45
|
|
SQ
= 18,55
|
|
SQ
= 24,95
|
Sendo
t tabelado igual a 2,02 com 38 graus de liberdade e t calculado igual a 1,77,
rejeita-se a hipótese nula em prol da hipótese verdadeira.
Conclui-se,
portanto que os dois grupos de clientes estão satisfeitos e que provavelmente
as diferenças entre as médias sejam devido ao erro de amostragem.
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