|
4.1.1 Acidental ou conveniência
Indicada para estudos exploratórios. Freqüentemente utilizados em super
mercados para testar produtos.
4.1.2 Intencional
O entrevistador dirige-se a um grupo em específico para saber sua opinião. Por
exemplo, quando de um estudo sobre automóveis, o pesquisador procura apenas
oficinas.
4.1.3 Quotas ou
proporcional
Na realidade, trata-se de uma variação da amostragem intencional. Necessita-se
ter um prévio conhecimento da população e sua proporcionalidade. Por exemplo,
deseja-se entrevistar apenas indivíduos da classe A, que representa 12% da
população. Esta será a quota para o trabalho. Comumente também
substratifica-se uma quota obedecendo a uma segunda proporcionalidade.
4.1.4 Desproporcional
Muito utilizada quando a escolha da amostra for desproporcional à população.
Atribui-se pesos para os dados, e assim obtém-se resultados ponderados
representativos para o estudo. Por exemplo, em um mercado de telefones
celulares, considerando uma fatia de mercado meramente ilustrativa, obteve-se os
resultados conforme descritos a seguir:
| Marcas
|
Participação
no mercado
|
Elementos
na amostra
|
| |
|
n |
% |
| Nokia |
60% |
50 |
25% |
| Ericsson |
20% |
50 |
25% |
| Gradiente |
15% |
50 |
25% |
| Philips |
05% |
50 |
25% |
| Total |
100% |
200 |
100% |
Objetivando obter os pesos a serem atribuídos a cada marca de telefone celular,
para uma análise conjunta de todas as marcas no exemplo acima, obteve-se os
seguintes coeficientes:
| |
|
Número de elementos a serem
entrevistados |
Peso Nokia
Peso Ericsson
Peso Gradiente
Peso Philips |
2,4
0,8
0,6
0,2 |
120
40
30
10 |
| |
Total: |
200 |
Fórmula aplicada: Peso = participação no
mercado/elementos na amostra (%)
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