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Definição: A deficiência mental refere-se ao funcionamento intelectual geral significativamente abaixo da média,
(Definido como um escore em testes de inteligência inferior aos obtidos por 97 a 98 por cento das pessoas da mesma idade).
que coexiste com falhas no comportamento adaptador
(Satisfazer padrões de independência e responsabilidade social, esperados do grupo etário e cultural, isto é, aprender habilidades acadêmicas básicas, participar de atividades apropriadas ao grupo social).
e se manifesta durante o período de desenvolvimento.
(Deve ser observável durante a infância. Problemas de natureza semelhante em adultos seriam provavelmente classificados de doença mental e não de deficiência mental).

 

Definição (1992): A deficiência mental refere-se a um estado de funcionamento atípico no seio da comunidade, manifestando-se logo na infância, em que as limitações do funcionamento intelectual (inteligência) coexistem com as limitações no comportamento adaptativo. Para qualquer pessoa com deficiência mental, a descrição deste estado de funcionamento exige o conhecimento das suas capacidades e uma compreensão da estrutura e expectativas do meio social e pessoal do indivíduo.

 

SUBNORMALIDADE INTELECTUAL

Tradicionalmente, a dimensão subnormalidade intelectual era determinada pelo desempenho nos testes de inteligência, na verdade originalmente desenvolvidos por Alfred Binet, com o objetivo expresso de encontrar crianças que não fossem capazes de responder ao programa educacional tradicional, na França no início do século XX. As crianças deficientes mentais são acentuadamente mais lentas do que seus companheiros da mesma idade para usar a memória com eficácia, associar e classificar informações, raciocinar e fazer julgamentos adequados.

Com a inclusão do fator adaptabilidade na definição da AAMD, a condição se torna contingente não apenas em relação ao desempenho intelectual, mas também à capacidade do indivíduo de responder às demandas da sociedade.

Se um determinado ambiente cria mais demandas do que outro, enfrentamos a perturbadora verdade de que a criança pode ser deficiente mental em uma comunidade, mas não em outra, na escola, mas não na vizinhança, durante uma época de sua vida, mas não em outra. Embora existam controvérsias sobre o desenvolvimento intelectual pode ser modificado, todos aceitam que o comportamento adaptador das crianças deficientes mentais pode ser influenciado por treinamento. Conseqüentemente, em algumas circunstâncias, pode ser possível “curar” a deficiência mental, e até a subnormalidade educacional através de programação educacional ou modificações do ambiente social.
É preciso dar mais ênfase ao desenvolvimento máximo das potencialidades e, em muitos casos, as crianças podem vir a se membros produtivos da sociedade.
  

CLASSIFICAÇÃO DOS DEFICIENTES MENTAIS

Os graus de retardamento foram estabelecidos com base na capacidade global de preenchimento dos requisitos pessoais, sociais, acadêmicos, intelectuais, vocacionais, e de desenvolvimento normalmente esperados de indivíduos de várias idades cronológicas. Todos os profissionais que trabalham com retardados devem estar conscientes das limitações dessas demarcações rígidas e usa-las apenas como guias, não como regra absoluta.

Normalmente são usados três níveis de deficiência mental para indicar as implicações educacionais desta condição: Deficiente Mental Educável (correspondente a Deficiente Mental Leve na classificação da AAMD), Deficiente Mental Treinável (correspondente ao Deficiente Moderado na classificação da AAMD), e Deficiente Mental Grave/Profundo (corresponde ao Deficiente Gravemente Retardado na classificação da AAMD). Esses níveis representam as causas e as implicações diversas para a adaptação social.

1. Deficientes Mentais Educáveis

1.1. Definição
Uma criança deficiente mental educável é aquela que, devido ao seu desenvolvimento mental subnormal, é incapaz de se beneficiar suficientemente do programa escolar regular, mas que é considerada capaz de desenvolvimento em áreas: (a) educabilidade em assuntos acadêmicos a nível primário e avançado dos graus elementares. (b) educabilidade em adaptação social até o ponto em que puder eventualmente progredir independentemente na comunidade. (c) adequação ocupacional a ponto de poder se sustentar parcial ou totalmente quando adulta. Durante os primeiros anos de vida, em muitos ambientes, o deficiente mental educável não é reconhecido como tal. A maior parte do tempo, o retardo não é evidente, pois não se mede a criança por seu conteúdo intelectual durante os anos pré-escolares. A princípio, o deficiente mental educável pode ser identificado pela escola, na época em que a capacidade de aprendizagem torna-se uma parte importante das expectativas sociais. Em muitos casos, não há condições patológicas obvias que expliquem o retardo.O principal aspecto que distingue as crianças deficientes mentais educáveis é que elas falham em seu trabalho escolar.

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