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Iniciação Matemática para Portadores de Deficiências Mentais

Karen Daltoé
Matheus Silveira

INTRODUÇÃO

A preocupação em obter uma formação profissional, acima de tudo humana, consistente nos levou a cursar a disciplina de Educação Especial que nos proporcionaria os conhecimentos básicos iniciais de sorte que pudéssemos atender os alunos que apresentam necessidades educativas especiais.


O presente trabalho, de conclusão da disciplina, foi motivado a partir de nossa inquietação acerca de como se daria o conhecimento matemático em alunos portadores de deficiência mental, isto é, o que poderíamos fazer enquanto professores de matemática para atender, dentro de nossas possibilidades, as necessidades educativas, matemáticas, dos alunos especiais.


Certos de que de forma alguma permaneceríamos estáticos frente às diversas problemáticas, elaboramos este trabalho que se encontra desenvolvido da seguinte maneira: Inicialmente apresentamos uma breve pincelada histórica, a definição e os tipos de deficiência mental, a seguir algumas maneiras de como se identificar um aluno deficiente mental dentro da sala de aula. Posteriormente abordamos tópicos como a inclusão, o papel do professor frente à problemática e por fim tratamos, com mais especificidade, a iniciação matemática para deficientes mentais. Ainda anexamos a este material o relatório da visita que fizemos à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).


Diversas são as áreas que vêm se preocupando com crianças e adultos deficientes mentais, dentre elas educação, psicologia, serviço social e medicina sendo que cada uma delas vê a condição a partir de sua própria perspectiva. Obviamente, nosso trabalho enfatiza o ponto de vista educacional; porém nosso objetivo não é o de aprofundar conceitos, mesmo porque nem teríamos formação suficiente para isso. O que pretendemos é a aquisição mínima, necessária, dos conceitos e técnicas mais simples acerca da Educação Matemática para deficientes mentais.

“Algumas crianças aprendem mais rapidamente do que outras; algumas aprendem mais vagarosamente que seus companheiros da mesma idade e, conseqüentemente, têm dificuldades em se adaptar às demandas sociais”. (Kirk, 1979).

 


 

UM POUCO DE HISTÓRIA

As tentativas organizadas por profissionais para ajudar as crianças lentas começaram há menos de duzentos anos com Jean Itard, um médico francês que tentou educar um menino encontrado vagando na floresta nos arredores de Aveyron. Apesar de Itard ter sentido que suas tentativas de ensinar o menino selvagem de Aveyron falaram, um de seus alunos, Edward Seguin, desenvolveu muito as abordagens de Itard e tornou-se líder reconhecido do movimento de auxílio às crianças e adultos retardados. Seguin foi para os Estados Unidos em 1848, devido à agitação política na Europa. Os esforços deste país em educar as crianças deficientes mentais foram intensificados pelo trabalho de Seguin. O cuidado e a educação do deficiente mental nos Estados Unidos mudaram gradativamente das grandes instituições para as classes especializadas das escolas públicas e para a atual filosofia de integrar as crianças deficiente mentais à sociedade tanto quanto possível.

 

DEFINIÇÃO DE DEFICIÊNCIA MENTAL

Existem diversas definições de deficiência mental. Muitas delas divergem entre si, por resultarem de enfoques de diferentes áreas profissionais como medicina, psicologia, serviço social e educação.

Em tentativas mais recentes de se definir deficiência mental, a ênfase mudou significativamente de uma condição que existe somente no indivíduo para uma que representa uma interação do indivíduo com um ambiente em particular.

Apresentaremos duas definições: A definição criada pelos principais membros da Associação Americana de Deficiência Mental (AAMD) e a proposta pela American Association On Mental Retardation (AAMR) esta última em 1992.

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