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O uso dos Multimeios digitais como suporte metodológico no processo didático da Educação Matemática

Prof. Ms. Eduardo Vianna Gaudio
UFES / UNIVILA
Vitória/ES

Até a década de 1990, a grande maioria dos professores de matemática utilizava como suporte metodológico, na elaboração de suas atividades docentes, basicamente o livro didático. A fonte maior de informação, a partir do advento dos multimeios digitais, foi virtualizada. Concomitantes a esse advento geraram-se resistências.

O processo de mudança no processo de ensino e aprendizagem é caracterizado por resistências, principalmente na inserção de novas tecnologias no processo educacional. Sancho (2001, p. 43) refere-se a essas resistências como tecnofobia. Para exemplificar essas mudanças ela recorre a postura de Sócrates perante a utilização da escrita:

Segundo Platão, no diálogo de Fedro, Sócrates considerava que "se os homens aprenderem a escrita, o esquecimento será implantado em suas almas. Deixarão de exercitar a memória porque confiarão no que está escrito, dando a palavra a palavras que não podem falar em sua própria defesa ou apresentar a verdade de forma adequada”. É preciso observar que o pensamento de Sócrates pode chegar às gerações futuras por meio dos escritos de Platão.

 

 

 

 
 

O humano em geral resiste às mudanças. No meio educacional as mudanças estão além das inovações tecnológicas, elas devem ser explicadas de forma ampla pelos modelos antropológicos e culturais. A não linearidade e longa duração observadas nessas mudanças levam a construção de programas de formação que deverão incidir sobre a prática pedagógica. Segundo Sacristán (1995, p. 77) esses programas dividem-se em quatros grandes campos:

  • professor e a melhoria, ou a mudança, das condições de aprendizagem das relações sociais na sala de aula.
  • professor participando activamente do desenvolvimento curricular, deixando de ser um mero consumidor.
  • professor participando e alterando as condições da escola.
  • professor participando na mudança do contexto extra-escolar.

Em minha caminhada profissional, e durante minha pesquisa de Mestrado, pude constatar que o uso do computador pelo professor de matemática é restrito e de baixa qualidade. Neste momento pretendemos nos ater ao uso como fonte de pesquisa e informação para potencializar o professor de matemática em sua trajetória acadêmico-didática.

A Internet possui uma gama de informações ampla e diversificada. A partir dessa constatação precisamos responder a algumas questões: Como realizar uma triagem dessas informações? Como utilizá-las de forma significativa no processo de ensino e aprendizagem?

Num primeiro instante, vale considerar que o processo ensino e aprendizagem não é estacionário, isto é, modifica-se em suas múltiplas variáveis e pode ser diferenciado, por exemplo, em cada prática pedagógica, ou interesse de investigação, mesmo se apoiado em teorias iguais ou análogas com direcionamentos sob uma determinada tendência da Educação Matemática. Na sociedade contemporânea, muito se tem discutido e pesquisado sobre essas diferenciações.

A subjetividade, elemento chave da pós-modernidade, nos remete ao sujeito e suas diversidades. O padrão analítico do conhecimento inerte e pronto se desconfigura, pois agora o conhecimento é construído por um sujeito aprendiz atuante, e o objeto – o conhecimento – está sempre em construção, modificando-se. Este novo caminho de pensar o sujeito, o objeto e suas interações têm levado alguns dos pesquisadores a realizar profundas análises sobre esta temática.

O papel do professor no processo ensino e aprendizagem vêm mudando ao longo dos tempos, sendo que, na atualidade, é praticamente um consenso que o professor deve ser um “articulador habilidoso” do saber, respeitando em suas estratégias de ensino a pluralidade cultural, e a multiplicidade de apanhamentos do saber existente no grupo de alunos. Como orientação o Ministério da Educação do Governo Federal do Brasil, sugere que:

Numa perspectiva de trabalho em que se considere a criança como protagonista da construção de sua aprendizagem, o papel do professor ganha novas dimensões. Uma faceta desse papel é a de organizador da aprendizagem [...] o professor também é consultor nesse processo [...] mediador, ao promover a confrontação das propostas dos alunos [...] controlador ao estabelecer as condições para a realização das atividades, sem esquecer de dar o tempo necessário aos alunos [...] incentivador de aprendizagem [...] (PCN, 2000, p. 40-41).

 

 

 

 

 

 

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